Segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009

Recursos Minerais

 

No inicio do segundo período começamos com um tema novo, os recursos e subsolo.
No qual começamos a abordar a diversidade dos recursos minerais, como:
·         Minerais metálicos (onde se encontram substâncias metálicas).
·         Minerais energéticos (utilizados como fonte de energia).
·         Rochas ornamentais (utilizadas na ornamentação de edifícios e de ruas como na construção mobiliária e de peças decorativas ex: mármore, algum tipo de granito.
·         Água minerais naturais provêm de fonte natural e cujas propriedades físico-químicos lhes conferem acção terapêutica.
·         Águas nascentes provem de fonte natural e que são consideradas próprias a beber .
 
 
Em Portugal há três grandes unidades geomorfológicas: maciço antigo, orlas sedimentares e bacias de sedimentação do Tejo e do Sado.
 
Maciço antigo ou Hespérico, unidade geomorfolgica mais antiga, e também aquela que abrange uma área, acerca 70% do território nacional.
É constituído por rochas antigas e de grande dureza como granitos, xistos, calcários cristalinos e quartzitos. A riqueza mineral localiza-se a maior parte de minerais metálicos energéticos e rochas ornamentais cristalinos.
 
Orlas sedimentares ou mesocenozóicas foram acumulando numerosos sedimentos provenientes do desgaste ocorrido por todo o maciço antigo. A diversidade geológica é aqui menor, sendo predominantes as rochas do tipo sedimentar, tais como as areias, arenitos, margas, argilas e calcário. Também em certas áreas existe rochas das magmáticas como o basalto, devido a uma actividade.
A riqueza mineral designa-se ao sector das rochas industriais (situa-se no litoral, do espinho ate à serra da Arrábida, separando-se do ocidente devido a um acidente geológico, a partir da serra da Lousã).
 
Bacias de sedimentação do Tejo e do Sado é a unidade geomorfolgica mais recente, resultado da deposição de sedimentos marinhos e fluviais em áreas deprimidas e de fundo oceânico, acabando por emergir dando origem às actuais planícies do Tejo e do Sado. Predominam as rochas sedimentares como areias, cascalho, argilas e calcários.
 
 
A industria extractiva em Portugal, este relativamente rico no que respeito à quantidade a diversidade de recursos minerais, como rochas industriais e ornamentais aguas minerais e nascente. A nossa indústria extractiva esta ainda pouco desenvolvida tem uma importância pouco significativa na economia nacional. A partir do ano 2003, a evolução foi globalmente positiva, o que se confirma pelo acréscimo do valor da produção entre 2004 e 2005 que foi da ordem dos 13%. Este aumento devido ao acréscimo da procura ocorrido nos subsectores dos minerais metálicos e das águas e de nascente. Nas rochas industriais e ornamentais, continuando a representar mais de metade do valor global, menos favorável no sector da construção civil originando alguma estagnação.
A partir de 2002 tem havido uma tendência clara no sentido de o saldo do comércio externo de sector se aproxime de valores positivos.
Embora frágil e pouco significativa no contexto da economia nacional, a indústria extractiva pode ter, em termos regionais uma expressão relevante ao nível da criação de riqueza e sobretudo da oferta de emprego.
 
 
A reflexão desta parte do trabalho tem a ver com a indústria extractiva, esta que consiste na exploração de recursos directamente da natureza. No que diz respeito a Portugal, este sendo um pais rico no que respeita à quantidade e diversidade de recursos minerais. Tendo um problema, pois a nossa indústria extractiva está pouco desenvolvida, apesar de termos um saldo positivo a partir de 2004, este pouco significativo.
Apesar termos as maiores reservas de cobre da Europa localizado nas minas de Neves Corvo, também minas de ouro e prata, esta que actualmente não estamos a explorar mas devido ao preço que está no mercado pode ser uma mais-valia no futuro. No entanto de referir que o ferro é o recurso mineral metálico mais importante, no nosso país temos valores de quantidade razoáveis, tendo como referencia que a produção do ferro caiu. Temos o volfrâmio em que somos ricos este mineral que se designa principalmente a lâmpadas eléctricas.
Então nós perguntamos como nós somos tão ricos e não se reflecte economia, pois nós estamos a importar mais que ó que vendemos, talvez por não termos matéria-prima suficiente para vender. Outro factor existência de compradores ou preços competitivos no mercado bolsista internacional, ou seja preços mais baixos que o que nós “metemos” para ter lucro, sendo assim ao fim fazendo as contas temos é prejuízo, isto que pode trazer o que não aja compradores. Tiago Roberto
publicado por rataofabiao às 22:28
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Fevereiro 2009

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28

.posts recentes

. Radiação Solar

. recursos energéticos reno...

. Os Recursos do subsolo

. Recursos Minerais

. Democracia Ateniense

.arquivos

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

.tags

. todas as tags

blogs SAPO

.subscrever feeds